PRÉVIA (n.t.) 7º

Locus Solus (Cap. V) | Locus Solus (Chap. V)
Raymond Roussel

O texto: Locus Solus, publicado em 1914, é um dos principais livros de Raymond Roussel. O narrador, junto com um grupo de convidados do mestre Martial Canterel, passa uma tarde “de começante abril” em Locus Solus, a propriedade do sapiente inventor, um verdadeiro parque de maravilhas. Além de estátuas com histórias fabulosas (como a do “Federal com a semen-contra”), de máquinas insólitas (como a famosa demoiselle de fazer retres com dentes), do gigantesco diamante de aqua-micans (onde coabitam uma mulher-ondina, o gato Khóng-děk-lèn, a cabeça de Danton, sete hipocampos e sete ludiões), do inefável frigorífico sobre cujos habitantes atuam, conjuntamente, a ressurectina e o vitalium, encontra-se, confinado na região mais alta do parque, um estranho personagem...
Edições de referência: Roussel, Raymond. Locus Solus. Paris: Libraire Alphonse Lemerre, 1914, e Locus Solus. Trad. de Fernand Scheibe. Florianópolis: Ed. Cultura & Barbárie, 2013.

O autor: Raymond Roussel (1877-1933) é “com Lautréamont, o maior magnetizador dos tempos modernos” (André Breton); “Roussel, o admirável, Roussel, o estranho; estranho de uma estranheza que não tergiversa;” (Jean Cocteau). “Que Raymond Roussel nos mostre tudo aquilo que não foi. Somos alguns a quem só essa realidade importa” (Paul Éluard); “Depois [de Roussel], vem toda a literatura dita moderna” (Jean Ferry).

O tradutor: Fernando Scheibe é tradutor e traduz. Traduziu, entre outros, Divagações, de Stéphane Mallarmé (Editora da UFSC, 2010); Lugares para a história, de Arlette Farge (Editora Autêntica, 2011); O Erotismo, de Georges Bataille (Editora Autêntica, 2013); Os companheiros do crepúsculo, de François Bourgeon (Editora Nemo, 2013); Locus Solus, de Raymond Roussel (Editora Cultura & Barbárie, 2013).



☞ ROUSSEL, Raymond. Locus Solus (Cap. V) | Locus Solus (Chap. V).
Trad. Fernando Scheibe. (n.t.), n. 7, v. 2, set. 2013, pp. 243-274.


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ISSN 2177-5141