PRÉVIA (n.t.) 11º

Diálogo | Διάλογος
Dionýsios Solomós

O texto: Composto em ca. 1824, o Diálogo sobre a língua de Solomós, ba-seado nos argumentos do iluminismo, configura-se como uma apai-xonada defesa da língua demótica, e rechaço da katharevoussa como artificial e desnecessária, tanto ao povo quanto à literatura, posição herética para a época. A questão linguística grega, longe ainda de ser resolvida, renderia mais tarde batalhas campais com mortos e feridos nas ruas de Atenas.
Texto traduzido: Σολωμοσ, Δ. Άπαντα, τόμος β’: Πεζά και Ιταλικά. Επιμέλια: Λίνος Πολίτης. Αθήνα: Ίκαρος, 1955.

O autor: Sem publicar quase nada em vida, e com a maior parte de sua obra inacabada e fragmentada, Dionýsios Solomós (1798-1857) é considerado o poeta nacional da Grécia, tendo sido um dos primeiros a trabalhar sistematicamente com a língua popular, ou demótica. Poeta bilíngue, escreveu poemas em grego e italiano, e por vezes em uma peculiar mistura dos dois idiomas.

O tradutor: Miguel Sulis, coeditor da (n.t.), é bacharel em letras (alemão e literaturas de língua alemã), mestre e doutor em literatura pela UFSC. É tradutor, professor de grego e dedica-se aos estudos da tradução. Para a (n.t.) já traduziu, de Solomós, A mulher de Zaquintos, além de Rufinos, Kaváfis, Ritsos, Forugh Farrokhzad, Sacher-Masoch e Haris Vlavianos.



☞ SOLOMÓS, Dionýsios. Diálogo | Διάλογος.
Trad. Miguel Sulis. (n.t.), n. 11, v. 2, dez. 2015, pp. 108-148.


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ISSN 2177-5141